quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Ecoturismo

Caminhadas ecológicas

O ecoturismo é uma forma de turismo voltada para a apreciação de ecossistemas em seu estado natural, com sua vida selvagem e sua população nativa intactos.Embora o trânsito de pessoas e veículos seja agressivo ao estado natural desses ecossistemas, os defensores de sua prática argumentam que, complementarmente, o ecoturismo contribui para a preservação dos mesmos e para o desenvolvimento sustentado das populações locais, melhorando a qualidade de vida das mesmas.O ecoturismo é percebido pelos seus adeptos ou tende a ser promovido como:
*forma de praticar turismo em pequena escala;
* prática mais ativa e intensa do que outras formas de turismo;
*modalidade de turismo na qual a oferta de uma infra-estrutura de apoio sofisticada é um dado menos relevante;
*prática de pessoas esclarecidas e bem-educadas, conscientes de questões relacionadas à ecologia e ao desenvolvimento sustentável, em busca do aprofundamento de conhecimentos e vivências sobre os temas de meio-ambiente;
*prática menos espoliativa e agressiva da cultura e meio-ambiente locais do que formas tradicionais de turismo.

Quem implementa e participa de atividades ecoturisticas deve seguir os princípios de:
*minimizar impactos desenvolver consciência e respeito ambiental e cultural;
*fornecer experiências positivas para ambos visitantes e anfitriões;
*fornecer benefícios financeiros diretos para a conservação;
*fornecer benefícios financeiros e poder legal de decisão para o povo local;
A prática do ecoturismo é confundida com o turismo de aventura,pois há práticas de esportes radicais como:
*Alpinismo;
*escalada /montanhismo;
*tirolesa;
*rapel;
*rafting;
*mergulho.
Mas, há também atividades mais leves como:
*caminhadas ecológicas/trilhas;
*cavalgadas;
*passeios de barco;
*camping, etc.
*Observação da natureza/tiragem de fotos, etc.


Os Dez Mandamentos do ecoturista:

1. Amarás a Natureza sobre todas as coisas.
2.Honrarás e preservarás o bom humor;
3. Estarás sempre pronto a colaborar;
4. Serás capaz de te adaptares aos imprevistos;
5. Utilizarás os serviços dos guias credenciados;
6. Não reclamarás;
7. Não invocarás o nome do guia em vão, para perguntar se falta muito para chegar;
8. Não matarás mosquitos, formigas e carrapatos;
9. Não considerarás chuvas, atoleiros ou pontes quebradas como imprevistos;
10. Não poluirás o meio-ambiente.

Três Mandamentos do Ecoturismo:

1. Da natureza nada se tira a não ser fotos;
2. Nada se deixa a não ser pegadas;
3. Nada se leva a não ser recordações.


Rafting

Chuvas e enchentes no verão 2009


Alguns fatores têm contribuído para as chuvas intermináveis e enchentes. Um deles é a chamada Zona de Convergência Intertropical, um fenômeno que traz muitas nuvens de chuva para a região. Outro é a "Alta da Bolívia", que desloca muita umidade principalmente para o Nordeste.
A combinação desses fenômenos meteorológicos causou o volume recorde de chuvas. Eles podem ser reflexo de alguma alteração no Oceano Pacífico, ainda não detectada pelos especialistas. Como esses fenômenos são naturais e já aconteceram outras vezes, é pouco provável que sejam resultado do aquecimento global

Queimadas e desmatamentos provocam a extinção de animais.

Arara Azul

Desmatar leva à destruição dos ecossistemas e à extinção das espécies que neles vivem. A Ciência identificou até hoje cerca de 1,4 milhões de espécies biológicas. Calcula-se que desaparecem 100 espécies, a cada dia, por causa do desmatamento.O crescimento das populações humanas aumenta terrivelmente a gravidade dos problemas que a Terra já enfrenta.
Eis algumas espécies deles:
1- Cervo-do-pantanal: Animal dócil e grandalhão, torna-se um alvo fácil para os caçadores em busca de sua galhada, usada como decoração.
2- Onça-pintada:Encontrada no Pantanal, desaparece da região devido à caça indiscriminada. Sua pele tem cotação em dólares no mercado internacional.
3- Mono-carvoeiro: O maior macaco do Brasil. É originário da Mata Atlântica. Atualmente restam apenas cerca de cem destes animais no estado do Rio de Janeiro
4- Pica-pau-de-cara-amarela: Os poucos sobreviventes vivem nas matas gaúchas. Com o desmatamento, perde sua principal fonte de alimentação, as sementes das árvores;
5- Ararinha-azul: Cobiçada no mercado internacional por sua plumagem. Há apenas cerca de cinqüenta desses animais, vivendo no Piauí e na Bahia.
6- Mutum-do-nordeste: Os últimos exemplares desta ave vivem hoje no litoral de Alagoas. Alguns biólogos estão tentando reproduzir essa ave em cativeiro, para garantir a sobrevivência da espécie.
7- Mico-leão-dourado: Com a redução da Mata Atlântica, perdeu seu hábitat natural. Restam algumas centenas na reserva de Poço das Antas, no estado do Rio de Janeiro.
8- Tartaruga-de-couro: Cada vez mais rara no litoral brasileiro. Sua carne saborosa e seus ovos são disputados pelos pescadores do país.
A maioria dos animais silvestres habitam as matas, onde passam quase todos os seus momentos . Alguns utilizam as florestas somente para se alimentar; outros , somente como abrigo.
Muitos, como a preguiça-de-coleira, que nem sequer possui valor econômico, estão em extinção por causa do extenso e indiscriminado desmatamento de nossas florestas.
Queimadas, essas florestas dificilmente serão recuperadas, porque o fogo, além de eliminar uma parte da matéria orgânica do solo, também destrói as sementes que as árvores adultas deixam cair no chão e as pequenas mudas em princípio de desenvolvimento.
Por fim o fogo queima e mata muitos animais que não conseguem escapar a tempo das áreas de queimada. Outros conseguem fugir, mas morrem pouco tempo depois, por não encontrarem outro abrigo e alimento.

Jaguatirica

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Aquecimento Global


O aquecimento global está ocorrendo em função do aumento da emissão de gases poluentes, principalmente, derivados da queima de combustíveis fósseis (gasolina, diesel, etc), na atmosfera. Estes gases (ozônio, dióxido de carbono, metano, óxido nitroso e monóxido de carbono formam uma camada de poluentes, de difícil dispersão, causando o famoso efeito estufa. Este fenômeno ocorre, pois, estes gases absorvem grande parte da radiação infra-vermelha emitida pela Terra, dificultando a dispersão do calor.
O desmatamento e a queimada de florestas e matas também colabora para este processo. Os raios do Sol atingem o solo e irradiam calor na atmosfera. Como esta camada de poluentes dificulta a dispersão do calor, o resultado é o aumento da temperatura global. Embora este fenômeno ocorra de forma mais evidente nas grandes cidades, já se verifica suas conseqüências em nível global.



Conseqüências do aquecimento global







*Aumento do nível dos oceanos: com o aumento da temperatura no mundo, está em curso o derretimento das calotas polares. Ao aumentar o nível da águas dos oceanos, podem ocorrer, futuramente, a submersão de muitas cidades litorâneas;

* Crescimento e surgimento de desertos: o aumento da temperatura provoca a morte de várias espécies animais e vegetais, desequilibrando vários ecossistemas. Somado ao desmatamento que vem ocorrendo, principalmente em florestas de países tropicais (Brasil, países africanos), a tendência é aumentar cada vez mais as regiões desérticas do planeta Terra;

*Aumento de furacões, tufões e ciclones: o aumento da temperatura faz com que ocorra maior evaporação das águas dos oceanos, potencializando estes tipos de catástrofes climáticas;



*Ondas de calor: regiões de temperaturas amenas tem sofrido com as ondas de calor. No verão europeu, por exemplo, tem se verificado uma intensa onda de calor, provocando até mesmo mortes de idosos e crianças.



Protocolo de Kyoto

Este protocolo é um acordo internacional que visa a redução da emissão dos poluentes que aumentam o efeito estufa no planeta. Entrou em vigor em 16 fevereiro de 2005. O principal objetivo é que ocorra a diminuição da temperatura global nos próximos anos. Infelizmente os Estados Unidos, país que mais emite poluentes no mundo, não aceitou o acordo, pois afirmou que ele prejudicaria o desenvolvimento industrial do país.


Conferência de Bali


Realizada entre os dias 3 e 14 de dezembro de 2007, na ilha de Bali (Indonésia), a Conferência da ONU sobre Mudança Climática terminou com um avanço positivo. Após 11 dias de debates e negociações. os Estados Unidos concordaram com a posição defendida pelos países mais pobres. Foi estabelecido um cronograma de negociações e acordos para troca de informações sobre as mudanças climáticas, entre os 190 países participantes. As bases definidas substituirão o Protocolo de Kyoto, que vence em 2012.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Flora brasileira


Aprendi com o tempo que...Às vezes, é preciso esquecer um pouco a pressa e prestar mais atenção em todas as direções ao longo do caminho...A pressa cega os olhos.E deixamos de observar tantas coisas boas e belas que acontecem ao nosso redor,como as flores, as árvores,as aves a voar,o por do sol...Passamos, olhamos, mas não enxergamos ! Não basta apenas olhar ... É preciso saber olhar com os olhos, enxergar com a alma, apreciar com o coração para preservar cada espécie encontrada.

O Brasil possui a maior biodiversidade vegetal do planeta, com mais de 55 mil espécies de plantas superiores e cerca de 10 mil de briófitas, fungos e algas, um total equivalente a quase 25% de todas as espécies de plantas existentes. A cada ano, cientistas adicionam dezenas de espécies novas a essa lista, incluindo árvores de mais de 20 metros de altura. Acredita-se que o número atual de plantas conhecidas represente apenas 60% a 80% das plantas realmente existentes no país. Essa diversidade é tão grande que em cerca de um hectare da floresta amazônica ou da Mata Atlântica encontram-se mais espécies de árvores (entre 200 e 300 espécies) que em todo o continente europeu.
A flora brasileira está espalhada por diversos hábitats, desde florestas de terra firme com cerca de 30 metros de altura de copa e com uma biomassa de até 400 toneladas por hectare, até campos rupestres e de altitude, com sua vegetação de pequenas plantas e musgos que freqüentemente congelam no inverno; e matas de araucária, o pinheiro brasileiro no sul do país. Alguns desses hábitats são caracterizados por uma flora endêmica característica. Os campos rupestres e de altitude que dominam as montanhas do Brasil central, por exemplo, apresentam uma grande variedade de espécies de velosiáceas, eriocauláceas, bromeliáceas e xiridáceas que só ocorrem nesse hábitat. A maior parte da flora brasileira, entretanto, encontra-se na Mata Atlântica e na floresta amazônica, embora o Pantanal mato-grossense, o cerrado e as restingas também apresentem grande diversidade vegetal.
Algumas famílias de plantas destacam-se por sua grande diversidade na flora brasileira. A família das bromeliáceas, que inclui as bromélias, gravatás e barbas-de-velho, tem mais de 1.200 espécies diferentes. São as plantas epífitas mais abundantes em todas as formações vegetais do país, desde as restingas e manguezais até as florestas de araucária e campos de altitude. Outras famílias importantes são a das orquidáceas; a das mirtáceas, que dominam a flora das restingas e da Mata Atlântica; a das lecitidáceas, que incluem dezenas de espécies arbóreas da Amazônia; e a das palmáceas, também representadas por numerosas espécies, boa parte de grande importância econômica, como os palmitos, cocos e açaís.