segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Poluição Sonora


A poluição sonora ocorre quando num determinado ambiente o som altera a condição normal de audição. Embora ela não se acumule no meio ambiente, como outros tipos de poluição, causa vários danos ao corpo e à qualidade de vida das pessoas.
A poluição sonora é provocada pelo som excessivo das indústrias, canteiros de obras, meios de transporte, áreas de recreação, etc. Estes ruídos provocam efeitos negativos para o sistema auditivo das pessoas, além de provocar alterações comportamentais e orgânicas.A OMS (Organização Mundial de Saúde) considera que um som deve ficar em até 50 db (decibéis – unidade de medida do som) para não causar prejuízos ao ser humano. A partir de 50 db, os efeitos negativos começam. Alguns problemas podem ocorrer a curto prazo, outros levam anos para serem notados.
Efeitos negativos da poluição sonora nos seres humanos pódem causar
*Insônia;
*Estresse;
*Depressão;
*Perda de audição;
*Agressividade;
*Perda de atenção e concentração;
*Perda de memória· Dores de Cabeça;
*Aumento da pressão arterial;
*Cansaço·
*Surdez (em casos de exposição à níveis altíssimos de ruído).

domingo, 28 de dezembro de 2008

Poluição do solo



O solo, também chamado de terra, é fundamental para a vida de todos os seres vivos do nosso planeta. Ele é o resultado da ação conjunta de agentes externos: chuva, vento, umidade, etc, enriquecidos com matéria orgânica (restos de animais e plantas).
O solo é a camada mais fina da crosta terrestre e se localiza na superfície externa.
Para que os alimentos dele retirados sejam de qualidade e em quantidade suficiente para atender as necessidades da população, o solo deve ser fértil, ou seja, deve ser um solo saudável e produtivo. Quando o solo é poluído, os alimentos nele cultivados ficam contaminados.
A poluição do solo, dependendo da magnitude, pode causar malefícios irreparáveis tanto à natureza, que responde lentamente aos processos de reparação, quanto à frágil estrutura corpórea do homem. Sendo o homem o agente causador, a origem poluidora dos solos pode ser urbana ou rural, refletindo os danos característicos em cada meio de ocupação humana. Em áreas urbanas o principal problema é a enorme quantidade de lixo lançado sobre a superfície aliada à falta de tratamento. Detritos domésticos, hospitalares, industriais, dentre outras substância, como produtos químicos derivados do petróleo e chumbo, são despejados na natureza sem o mínimo controle ambiental e sanitário. Além de acumular no ambiente, dependendo da degradabilidade do dejeto, pode interferir organicamente nos níveis tróficos ecológicos. Nas áreas rurais, a contaminação do solo, ocorre exclusivamente pelo uso inadequado e abusivo de agrotóxicos e fertilizantes. O DDT, inseticida largamente utilizado nas lavouras para eliminar insetos, atualmente proibido em vários países, é uma substância com alta capacidade de retenção no solo e nos tecidos e órgãos dos animais. Essa substância desencadeia sérios danos à saúde de animais e dos seres humanos, pode causar problemas dermatológicos, hepáticos e até o desenvolvimento de um câncer.Dessa forma, diante de toda a problemática que envolve a gestão de resíduos urbanos e utilização de defensivos agrícolas, merece esse assunto maior atenção governamental na aplicação e implementação constitucional em defesa da preservação ambiental, bem como a responsabilidade social da população.A poluição do solo, dependendo da magnitude, pode causar malefícios irreparáveis tanto à natureza, que responde lentamente aos processos de reparação, quanto à frágil estrutura corpórea do homem. Sendo o homem o agente causador, a origem poluidora dos solos pode ser urbana ou rural, refletindo os danos característicos em cada meio de ocupação humana. Em áreas urbanas o principal problema é a enorme quantidade de lixo lançado sobre a superfície aliada à falta de tratamento. Detritos domésticos, hospitalares, industriais, dentre outras substância, como produtos químicos derivados do petróleo e chumbo, são despejados na natureza sem o mínimo controle ambiental e sanitário. Além de acumular no ambiente, dependendo da degradabilidade do dejeto, pode interferir organicamente nos níveis tróficos ecológicos. Nas áreas rurais, a contaminação do solo, ocorre exclusivamente pelo uso inadequado e abusivo de agrotóxicos e fertilizantes. O DDT, inseticida largamente utilizado nas lavouras para eliminar insetos, atualmente proibido em vários países, é uma substância com alta capacidade de retenção no solo e nos tecidos e órgãos dos animais. Essa substância desencadeia sérios danos à saúde de animais e dos seres humanos, pode causar problemas dermatológicos, hepáticos e até o desenvolvimento de um câncer.Dessa forma, diante de toda a problemática que envolve a gestão de resíduos urbanos e utilização de defensivos agrícolas, merece esse assunto maior atenção governamental na aplicação e implementação constitucional em defesa da preservação ambiental, bem como a responsabilidade social da população.
Dentre as doenças causadas pelo solo contaminado estão a ancilostomose (amarelão), a teníase e verminoses como a ascaridíase (áscaris ou lombrigas) e a oxiurose causada pelo oxiúro. O lixo acumulado além de destruir a vegetação, contribui para a poluição do ar com o mau cheiro e com a fumaça produzida pela incineração, chegando a contaminar os lençóis de água subterrâneos com a infiltração de lixo tóxico.O uso indiscriminado do solo traz sérios efeitos.

O que é belo deve ser preservado...


Poluição




Dá-se o nome de poluição a qualquer degradação (deterioração, estrago) das condições ambientais, do habitat de uma coletividade humana. É uma perda, mesmo que relativa, da qualidade de vida em decorrência de mudanças ambientais. São chamados de poluentes os agentes que provocam a poluição, como um ruído excessivo, um gás nocivo na atmosfera, detritos que sujam os rios ou praias ou ainda um cartaz publicitário que degrada o aspecto visual de uma paisagem. Seria possível relacionar centenas de poluentes e os tipos de poluição que ocasionam, mas vamos citar apenas mais dois exemplos. Um deles são os agrotóxicos (DDT, inseticidas, pesticidas), muito utilizados para combater certos microorganismos e pragas, em especial na agricultura. Ocorre que o acúmulo desses produtos acaba por contaminar os alimentos com substâncias nocivas à saúde humana, às vezes até cancerígenas. Outro exemplo é o das chuvas ácidas, isto é, precipitações de água atmosférica carregada de ácido sulfúrico e de ácido nítrico. Esses ácidos, que corroem rapidamente a lataria dos automóveis, os metais de pontes e outras construções, além de afetarem as plantas e ocasionarem doenças respiratórias e da pele nas pessoas, são formados pela emissão de dióxido de enxofre e óxidos de nitrogênio por parte de certas indústrias. Esses gases, em contato com a água da atmosfera, desencadeiam reações químicas que originam aqueles ácidos. Muitas vezes essas chuvas ácidas vão ocorrer em locais distantes da região poluidora, inclusive em países vizinhos, devido aos ventos que carregam esses gases de uma área para outra. O problema da poluição, portanto, diz respeito à qualidade de vida das aglomerações humanas. A degradação do meio ambiente do homem provoca uma deterioração dessa qualidade, pois as condições ambientais são imprescindíveis para a vida, tanto no sentido biológico como no social. A revolução industrial e a poluição. Foi a partir da revolução industrial que a poluição passou a constituir um problema para a humanidade. É lógico que já existiam exemplos de poluição anteriormente, em alguns casos até famosos (no Império Romano, por exemplo). Mas o grau de poluição aumentou muito com a industrialização e urbanização, e a sua escala deixou de ser local para se tornar planetária. Isso não apenas porque a indústria é a principal responsável pelo lançamento de poluentes no meio ambiente, mas também porque a Revolução Industrial representou a consolidação e a mundialização do capitalismo, sistema sócio-econômico dominante hoje no espaço mundial. E o capitalismo, que tem na indústria a sua atividade econômica de vanguarda, acarreta urbanização, com grandes concentrações humanas em algumas cidades. A própria aglomeração urbana já é por si só uma fonte de poluição, pois implica numerosos problemas ambientais, como o acúmulo de lixo, o enorme volume de esgotos, os congestionamentos de tráfego etc. Mas o importante realmente é que o capitalismo é um sistema econômico voltado para a produção e acumulação constante de riquezas. E tais riquezas nada mais são do que mercadorias, isto é, bens e serviços produzidos - geralmente em grande escala - para a troca, para o comércio. Praticamente tudo que existe, e tudo o que é produzido, passa a ser mercadoria com o desenvolvimento do capitalismo. Sociedades, indivíduos, natureza, espaço, mares, florestas, subsolo: tudo tem de ser útil economicamente, tudo deve ser utilizado no processo produtivo. O importante nesse processo não é o que é bom ou justo e sim o que trará maiores lucros a curto prazo. Assim derrubam-se matas sem se importar com as conseqüências a longo prazo; acaba-se com as sociedades preconceituosamente rotuladas de “primitivas”, porque elas são vistas como empecilhos para essa forma de “progresso”, entendido como acumulação constante de riquezas, que se concentram sempre nas mãos de alguns. A partir da Revolução Industrial, com o desenvolvimento do capitalismo, a natureza vai pouco a pouco deixando de existir para dar lugar a um meio ambiente transformado, modificado, produzido pela sociedade moderna. O homem deixa de viver em harmonia com a natureza e passa a dominá-la, dando origem ao que se chama de segunda natureza: a natureza modificada ou produzida pelo homem - como meio urbano, por exemplo, com seus rios canalizados, solos cobertos por asfalto, vegetação nativa completamente devastada, assim como a fauna original da área, etc. - , que é muito diferente da primeira natureza, a paisagem natural sem intervenção humana. Contudo, esse domínio da tecnologia moderna sobre o meio natural traz conseqüências negativas para a qualidade da vida humana em seu ambiente. O homem, afinal, também é parte da natureza, depende dela para viver, e acaba sendo prejudicado por muitas dessas transformações, que degradam sua qualidade de vida.
















POLUIÇÃO DOS RIOS

Rio sem Poluição










Os rios são fonte de vida. Desde a Antigüidade, suas águas são essenciais para que as pessoas possam viver, bebendo, banhando-se, navegando, além de outras utilidades. Mais recentemente, até mesmo energia elétrica é produzida pela força das quedas d’água dos rios, iluminando as cidades.
Um rio sem poluição é aquele em que os peixes e as plantas crescem naturalmente, tem águas limpas e cristalinas. Sua água serve para regar plantações, tomar banhos e também para beber. Para um rio ser assim, é preciso que não se jogue lixo, nem esgoto diretamente nele.




Rio poluído

A poluição da água é a introdução de materiais químicos, físicos e biológicos que estragam a qualidade da água e afeta o organismo dos seres vivos. Esse processo vai desde simples saquinhos de papel até os mais perigosos poluentes tóxicos, como os pesticidas, metais pesados (mercúrio, cromo, chumbo) e detergentes .
A poluição mais comum é aquela causada pelo lixo que o homem joga nos rios. O crescimento das cidades e de sua população aumentaram os problemas, porque o tratamento de esgotos e de fossas não conseguiu acompanhar o ritmo de crescimento urbano.
Produtos químicos e sujeira dos esgotos são jogados diretamente nos rios ou afetam os lençóis d’água que formam as nascentes. O excesso de sujeira funciona como um escudo para a luz do sol, afetando o leito dos rios e seu ciclo biológico. Ou seja, as plantas e animais que nele vivem passam a sofrer problemas.
Por exemplo: o nitrogênio e o fósforo são elementos essenciais para a vida aquática, mas o excesso desses elementos, provocado pela poluição, podem causam um crescimento acelerado na vegetação aquática. Com isso, sobra menos oxigênio, podendo até mesmo matar os peixes daquele rio ou lagoa.

Talvez mais perigosa do que o lixo dos esgotos é a poluição química das indústrias, que jogam toneladas e mais toneladas de produtos químicos diretamente nos rios, sem qualquer processo de filtragem.
A exploração de ouro nos rios da Amazônia, por exemplo, usa o mercúrio para separar o ouro de outros materiais. Esse mercúrio, depois de usado, é jogado diretamente nos rios, matando grande quantidade de peixes e plantas. Com isso, nem os seres vivos dos rios podem sobreviver, nem o homem pode usar a água para beber, tomar banho ou regar plantações.

Como ontribuir para evitar a poluição dos rios :
*Não jogue lixo nas águas dos rios;
*Não canalize esgoto diretamente para os rios;
*Não desperdice água, em casa ou em qualquer outro lugar;
*Observe se alguma indústria está poluindo algum rio e avise as autoridades sobre a ocorrência.



Preserve nossos rios
































O que fazer para preservar...


USE BICICLETA - BOM PARA O MEIO AMBIENTE. BOM PARA VOCÊ

Com a implantação das ciclovias, o uso de bicicletas triplicou nos últimos dez anos. Hoje, já são 220 mil ciclistas que usufruem dos 140 quilômetros de pista, a maior rede do Brasil e a segunda da América Latina.
É um convite para deixar o carro na garagem e pedalar. Aproveite, pois meia hora de pedaladas consome aproximadamente 240 calorias.
Além disso, a bicicleta é um transporte que não polui e produz pouquíssimo ruído.Lembre-se que a diminuição de automóveis nas ruas reduz a emissão de gases poluentes na atmosfera. Vá de bicicleta. Faça a sua parte.


COLETA SELETIVA

A grande quantidade de lixo gerada nos centros urbanos tem contribuído para o esgotamento dos aterros sanitários. Só a cidade do Rio de Janeiro, por exemplo, produz oito mil toneladas diárias de lixo. Desse total, boa parte pode se destinar à reciclagem, e é por isso que a coleta seletiva se torna tão importante. A separação do lixo, seguida do encaminhamento aos catadores, diminui o impacto ao meio ambiente, gera renda e emprego para milhares de pessoas. Em muitas cidades, as próprias empresas responsáveis pela limpeza recolhem os resíduos separados pelos moradores e encaminham à reciclagem. Adote também a coleta seletiva em sua casa ou condomínio. É uma questão de cidadania.







REDUZIR

No entanto é impossível não produzir nenhum tipo de lixo e dessa forma o que é possível é tentar produzí-lo nas mínimas quantidades possíveis, ou seja, REDUZIR a produção.
Existe um exemplo clássico para ilustrar esse primeiro e mais importante “R”. Você já reparou a quantidade de embalagem utilizada numa camisa social masculina? Vamos supor que você vai comprar uma camisa. Chegando na loja, você escolhe modelo, tamanho, estilo…enfim, escolhe o produto. A camisa que você está levando vem com uma lâmina de papelão para mantê-la alinhada enquanto dobrada, uma tira de plástico na gola e alfinetes por todos os lados para mantê-la quase em pé e pequenas peças plásticas nas mangas e ponta das golas.
Acabou? Não. Tudo isso é envolto num belo papel de seda. Todo o conjunto é envolto num plástico e tudo isso finalmente é colocado dentro de uma caixa. Acabou? Ainda não. Embrulha-se tudo com papel de presente, coloca-se um belo laço vermelho e tudo isso dentro de uma sacola plástica. Agora acabou.
Assim ocorre com diversos tipos de produtos, nos quais a quantidade de embalagens é assustadora e gera uma quantidade de lixo realmente desnecessária.


REUTILIZAR

Quando não dá pra reduzir, na ordem da racionalidade das coisas devemos tentar REUTILIZAR. Seja o copo de requeijão ou a embalagem retornável de refrigerante, ambientalmente reutilizar é muito melhor do que reciclar.
O exemplo clássico é o extermínio das embalagens retornáveis.
O que acontece na verdade é que é muito mais prático e barato para as empresas utilizarem as embalagens descartáveis em detrimento das retornáveis e o marketing acaba vendendo essas coisas para as pessoas como “modernidades”. Dessa forma, garrafas de vidro ou de plástico retornáveis tornam-se aos nossos olhos sinônimos de tecnologias ultrapassadas e nos vemos seduzidos a adquirir sempre embalagens descartáveis, que na verdade muitas vezes nem cabem direito nas nossas geladeiras, são desajeitadas e muito espaçosas.
Em compensação, “alguém” deixou de gastar com o transporte e a limpeza das embalagens caso fossem retornáveis e o lucro “dele” aumenta consideravelmente. Bom pra esse “alguém”, pois o mico do lixo quem pagará são os consumidores, ou seja, nós, os cidadãos comuns.

RECICLAR






Símbolo da reciclagem



• Carregue sua própria caneca para o trabalho. Ou mesmo uma garrafinha de água. Assim você evita o enorme desperdício de copinhos de plástico descartáveis;
• Pense duas vezes antes de imprimir alguma coisa. Assim, você economiza tinta, energia e papel. Ensine as crianças a fazer o mesmo;
• Ensine seu filho a não desperdiçar papel, usando sempre os dois lados da folha. Dá para fazer desenhos, escrever listas, anotar telefones, tudo em papéis já usados.
• Utilize o papel reciclado. É mais caro, mas evita o desmatamento. Outra opção é o papel ecoeficiente, feito com eucalipto plantado para isso e elaborado de maneira sustentável. Cuidado com o lixo
• Sabia que o óleo das frituras, se despejado na pia, polui os mananciais de água? Evite isso doando o seu óleo para instituições, como o Instituto Triângulo (http://www.triangulo.org.br/), que fazem biodiesel e sabão com ele.
• Separe o lixo na sua casa. Parece difícil no começo, mas é daqueles hábitos que, uma vez adquiridos, ficam para sempre. Você vai sentir uma dorzinha na consciência sempre que jogar plástico no lixo normal
• Consuma produtos da estação. São mais saborosos. Dê preferência, também, aos produtos da região onde mora. Eles não precisam ser transportados a longa distância e assim não poluem o ambiente
• Junto com os filhos, faça uma hortinha de temperos. São fáceis de cuidar e cabem em pequenos vasos. As crianças vão adorar colher manjericão, orégano, salsinha...
• Prefira alimentos orgânicos. São mais caros, mas não poluem o ambiente e são muito mais saudáveis. Em vez de encher seu filho com brinquedos caros, invista na saúde e no bem-estar dele.
• Doe as roupas que não usa mais. Chame seu filho para escolher brinquedos e doar também. Explique que são presentes que ele vai dar para outras crianças.
• O chuveiro é um dos principais consumidores de energia da casa. Fora toda a água que desce pelo ralo. Por isso, na hora do banho, seja breve. E ensine o mesmo a seu filho.
• Conserte goteiras e vazamentos. De gota em gota, muita água é desperdiçada!
• Desligue os aparelhos da tomada. Mesmo em stand-by, eles consomem energia. Da mesma forma, feche a torneira sempre que estiver escovando os dentes.
• Use a vassoura para limpar a calçada, em vez da mangueira. O volume de água gasto com isso é absurdo: 280 litros a cada 15 minutos. É muito desperdício.
• Troque as lâmpadas incandescentes pelas fluorescentes. Elas duram muito mais tempo e economizam até um terço da energia. E apague a luz quando sair de um cômodo.
• Escolha eletrodomésticos com o selo do Procel (Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica). Eles são eficientes, ou seja, gastam o mínimo de energia necessário.
• Antes de comprar, avalie os custos daquele produto para o meio ambiente. Só compre se realmente for importante e necessário. Afinal, não adianta reciclar: é preciso reduzir, e muito, o consumo, para proteger o planeta
• Abuse da tecnologia. Resolva por telefone e internet tudo o que puder, como reuniões e compras. Dá pra comprar de tudo, livros, presentes, alimentos... E economiza tempo!
• Ensine seu filho a nunca, jamais, em hipótese alguma jogar lixo pela janela, como latinhas, copos vazios e papel de bala. Explique que isso ajuda a evitar as enchentes e a preservar a água que todos bebemos.
• Organize com outros pais um rodízio para buscar os filhos na escola. Ninguém se sobrecarrega e ainda ajuda o ambiente.
• Se possível, evite usar o carro.




Preservação



É o ato de preservar o meio ambiente como um todo, não apenas parte dele. Com os problemas ambientais provocados pelo homem nos últimos tempos, a questão da preservação ambiental tem sido muito discutida, ou seja, o homem tem dado mais importância à preservação do meio ambiente. Muitas pessoas pensam que não jogar lixo nas ruas, separar o lixo reciclável do não-reciclável é o suficiente para resolver o problema. Não é bem assim que funciona, pois o meio ambiente não se restringe à vegetação, aos rios ou córregos que encontramos na cidade, é algo bem mais abrangente como, por exemplo, a preservação das florestas, nascentes, entre outros. A preservação é um conjunto de medidas que devem ser adotadas por todos, de forma a garantir o futuro do nosso planeta para as novas gerações. Atualmente, a preservação ambiental se torna praticamente obrigatória em todo o mundo, devido às graves conseqüências originadas pela degradação do meio ambiente, sendo a preservação a única maneira de amenizar ou até mesmo acabar com tais conseqüências.